Loading...
Recursos 2018-09-24T06:08:55+00:00

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

Marcar Sessão Estratégica

Quase Sempre, Diariamente…

2018-06-28T07:47:40+00:00

Ser feminista

Ser feminista não tem nada a ver com ser contra os homens. Ser machista tem a ver com a prática de levar a mulher a uma condição de dependência e de subalternidade.

Enquanto existir uma mulher que se sinta cansada por não ter ajuda do companheiro, que se sinta cansada porque a maior parte do trabalho doméstico e de educação dos filhos recai sobre ela, é necessário o feminismo.

Durante muito tempo tive problemas com esta palavra embora já tenha sentido muitas vezes o seu peso. Associava o feminismo a um estereótipo de mulheres furiosas com os homens. Hoje sei que precisamos de ensinar os nossos filhos, homens ou mulheres, a serem feministas, para que possamos falar verdadeiramente de Humanidade.

Lembro-me de estar presente num jantar com cerca de 100 pessoas em que apenas meia dúzia eram mulheres, secretárias dos homens presentes. Nessa meia dúzia incluía-me eu, que me representava a mim própria e não me fazia acompanhar, e outra economista famosa que iria palestrar, éramos as únicas não acompanhantes e não acompanhadas do sexo feminino. Nesse jantar, em particular, fiquei numa mesa com ilustríssimos gestores da nossa praça que, assumiram que eu estaria a acompanhar um deles e, ao longo do jantar, esforçaram-se simpaticamente por me explicar, como se “explica a uma mulher”, as questões económicas e políticas até ao momento em que perceberam que eu pertencia aos órgãos sociais de quem organizava o evento, na verdade, era presidente do conselho fiscal.

Durante muito tempo representei a minha empresa numa organização internacional e, de novo, apesar de incluir os maiores países da Europa, eu era a única mulher. Às vezes vinha também uma outra participante de Hong Kong. Quando nos reuníamos, havia sempre um autocarro fretado com um guia que transportava esposas às compras e a ver as vistas. Nessas alturas constatava que o meu “assento” não era igual ao dos homens, em particular quando para me fazer ouvir, para ter espaço, um dos homens interrompia e dizia: “vamos ouvir agora o que a senhora tem para dizer”.

Foram muitas as ocasiões durante a minha vida profissional como gestora em que eu era a única presença feminina em igualdade de estatuto com os restantes participantes, os homens e, em algumas ocasiões, em alguns grupos não me senti “a senhora que também diz coisas”.

Acredito hoje que o feminismo é uma necessidade nas sociedades em evolução, em transformação, da valorização da Humanidade por igual. Embora veja já, em muitos cargos de topo, mulheres que estão a trazer também a sua energia a lugares antes apenas destinados aos homens, ainda constato que o equilíbrio não está completamente estabelecido.

Só quando ser homem ou mulher, pai ou mãe de família, a cuidar da casa e dos filhos por escolha própria ou quando ambos partilharem as tarefas com naturalidade por preferência, funcionalidade ou outro critério qualquer que não tenha a ver com o sexo, podemos colocar a palavra feminismo no local onde colocamos as palavras e expressões que deixamos de usar por força da evolução da sociedade: o museu das palavras.

2018-06-27T07:34:15+00:00

Por medo ou por amor?

É interessante tomar consciência sobre o local de onde vêm as nossas decisões. De um sítio de amor ou de um sítio de medo? Nem sempre é claro. A mesma escolha pode em algumas pessoas vir de um sítio de medo e noutras de um sítio de amor, dependendo da intenção, ou seja, do local onde colocam o foco para decidir.

Dou por mim muitas vezes a fazer escolhas e a questionar-me sobre de onde elas vêm. Quero muito escolher com base no amor e pergunto-me com frequência: o que faria o amor nesta situação, ou o que diria?

Nas últimas semanas tive uma experiência que me deixou muito curiosa ao frequentar um curso de formação longo com vários momentos de avaliação exigentes, em que podíamos fazer inicialmente escolhas sobre os alvos da nossa avaliação, sabendo que não seríamos avaliados sobre o mesmo tema duas vezes. Pensei que se fosse avaliada, por escolha minha, sobre o que me parecia mais difícil, teria algum controlo sobre o processo, preparar-me-ia para a avaliação e, preparada, seria avaliada e teria uma experiência, um desafio ainda maior do que se o fizesse de outro modo.

Fiquei na dúvida sobre a minha intenção principal: medo ou amor? Afastamento ou aproximação?

Medo de ser exposta a uma avaliação sem estar preparada ou vontade de passar a dominar mesmo os conteúdos que para mim eram mais desafiantes?

Medo de falhar ou vontade de me superar?

O engraçado é que acabei por ser avaliada, por escolha minha, num dos temas em que mais ninguém o foi. Porque não o escolheu e porque não foi tema de avaliação, tanto quanto sei.

Olhando agora para trás, e por muito que deseje que o meu desenvolvimento pessoal seja tão grande que só escolho por amor e não por medo, acho que o meu principal motor foi o medo de não controlar o processo de avaliação. Claro que o desafio também me interessou, quem me conhece sabe como o desafio é apelativo para mim…

De igual modo, outros colegas, por medo de falharem, de fazerem má figura, tomaram decisões diametralmente opostas, escolhendo, na parte do processo que controlavam, o que para eles era mais fácil, deixando ao critério dos avaliadores a escolha dos restantes temas.

Esta consciência pode-nos levar a ser cada vez melhores humanos, mais alinhados, mais luminosos, agindo na direcção do que queremos em vez de fugirmos do que não queremos. No meu caso, confesso que é provável que escolhesse igual se tivesse que fazer hoje a mesma escolha. O acréscimo de consciência ajuda-me, para já, a fazer escolhas mais alinhadas com as minhas intenções e, só isso, já é um ganho.

Para ajudar nas escolhas desafiantes basta perguntar ao amor: Como farias neste caso?

2018-06-26T07:52:55+00:00

Todos contam!

Todos os dias são dias de aprendizagem. Aprendemos tanto com o que nos agrada como com o que não nos agrada.

Ontem perdi o meu telemóvel. Perder um telemóvel significa arranjar um novo, repor contactos, recuperar informação, aceitar que há informação que não recuperarei, principalmente, que há coisas que não controlo e ainda… que o meu estado para lidar com isso pode, se eu quiser, ser uma escolha minha.

Posso ser menos distraída, posso aumentar a atenção aos meus objectos, já no que diz respeito aos outros, nada posso fazer. Não controlo se quem o encontrou faz as diligências necessárias para encontrar o seu dono, nem sequer se o tenta vender.

Posso educar os meus filhos de forma ética e responsável pelo exemplo, se o são é uma escolha sua. Posso relacionar-me com os outros de forma cordial e simpática, posso escolher alegria e boa disposição, aceitação e crescimento, já o que os outros fazem com as suas vidas e com a sua energia é da sua total e completa responsabilidades.

Acredito que, quando faço escolhas alinhadas com a minha ética e com a promoção do bem estar em mim e em quem me rodeia, estou também a contribuir para um mundo mais ético e com mais “quantidade líquida de bem”.

Todos contam, todos contamos. Podemos sentir que somos invisíveis e que as nossas acções não têm impacto no mundo e nos outros. Um campo de cereais que alimenta muitas pessoas e permite fazer muitos pães só existe porque existem 1 + 1 + 1 + 1 + 1 + … + 1 sementes, todas contam.

2018-06-25T06:37:51+00:00

O Presente é o maior dos Presentes!

Nunca saberemos o impacto do inesperado, de cada momento das nossas vidas, nem em que medida, cada momento nos levará mais longe no nosso caminho. Sabemos que todos os momentos contam e que a soma de todos os momentos passados nos trouxeram aqui e agora. Sabemos também que só fazendo diferente teremos resultados diferentes e que a definição da intenção tem o poder de nos orientar nas nossas escolhas. Por tudo isto e muito mais, o que verdadeiramente faz a diferença é a forma como decides dar forma ao teu presente.

Aproveita o presente, que o presente é para ti!

Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá

Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança

1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?

2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?

3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?

4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?

5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?

6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

Marcar Sessão Estratégica

Textos publicados no Blog da Academia de Parentalidade Consciente

Cuidar dos cuidadores, a primeira regra em estados de emergência!
O primeiro dia da adolescência
“Palmada certa, na hora certa”
Já não há bombeiros, nem astronautas…

Dúvidas, questões, temas que gostasse de ver abordados podem ser sugeridos aqui

Para começares, começa.

William Wordsworth

A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.

Martin Luther King, Jr.

A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.

Amelia Earhart

Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.

Albert Schweitzer

Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.

Walt Disney

Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Marc Chagall

Diáriamente – Textos publicados no passado

Quando usava lentes de contacto, às vezes, deixava-as cair no chão da casa de banho. Cada gota de água me parceria uma lente de contacto caso tivesse os óculos à mão, caso contrário mal via o chão.
 
Sempre que uma lente me caia no chão da casa de banho tinha uma estratégia para a encontrar que era impossível falhar. Estava disposta a varrer com a minha mão todo o chão, que dividia em quadrados imaginários e depois assegurava que dentro de cada quadrado não falhava um milímetro sequer.
 
Encontrei uma estratégia que me permitia garantir que o resultado que eu queria que acontecesse, acontecia, mesmo que fosse apenas na última quadrícula. Na vida é igual, quando queremos muito algo e fazemos tudo, mesmo tudo para atingir determinado resultado, é provável (para não dizer certo) que o atinjamos, excepto se desistirmos antes de passar por todos os quadrados.
 
Há alguns anos fui operada e a miopia desapareceu. A minha realidade mudou, nunca mais usei lentes de contacto, uso no entanto a mesma estratégia quando quero muito que determinado resultado aconteça e garanto que levo o processo até ao fim, a menos que eu ou a realidade mudemos de objectivo ao longo do processo, aí coloco a quadrícula num novo chão… e, está tudo bem!
 
SIGA! 😉
30Abril2018
O nosso corpo e a nossa mente conversam. Mesmo sem darmos por isso eles conversam. Se estivermos muito atentos, conseguimos observar longas conversas.
Quando temos sono, o corpo começa a portar-se de acordo com essa sensação. Os olhos ficam pesados, parecem querer fechar-se, o corpo começa a querer encontrar um sítio onde possa encostar-se e repousar – foi-lhe comunicado que são horas de dormir, por exemplo. Por outro lado, quando o corpo está cansado comunica à mente que encontre um sítio onde se sentar para repousar ou uma cama para dormir e o nosso foco passa a ser esse até descansarmos.
 
Se nós sabemos que estas conversas existem e que são frutuosas, embora delas não tenhamos consciência, podemos, de forma consciente, organizar uma espécie de tertúlias temáticas, entre corpo e mente, em momentos em que queremos mesmo ter determinado resultado, aceder a determinado recurso ou acomodar uma emoção.
Se quero produzir calma posso colocar o corpo numa posição calma, respirar calma e observar como a mente entra na conversa. De igual modo, se eu preciso de energia, de foco, de paciência, posso promover uma tertúlia em que corpo e mente conversam e partilham a intenção, depois é observar como estas conversas são cada vez mais interessantes.
27Abril2018

Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!

Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.

Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.

Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.

Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.

No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.

Cheguei!

Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…

Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!

Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.

Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?

A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!

21Abril2018

Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.

Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.

Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?

Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.

Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!

Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.

Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.

SIGA!

24Abril2018

A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.

Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.

Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…

A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.

Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?

Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?

Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?

Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.

SIGA!

25Abril2018

Todos os dias nos é dada a possibilidade de escolher como nos vamos relacionar connosco, com os outros, com o planeta.
 
O desenvolvimento pessoal começa em nós e por isso a autoestima é tão importante. Um sentimento amoroso por nós próprios, pela forma como vivemos e pelas escolhas que fazemos, entrega-nos o apaziguamento necessário para entregarmos compaixão, aceitação, reconhecimento e amor aos outros e, por o fazermos, reforçamos de novo a nossa relação connosco, que de novo nos permite aprofundar a relação com os outros.
 
A autoestima é a grande pedra de toque do sucesso nas relações. Como pode alguém receber aceitação e amor se não o faz por si próprio? Como pode alguém transmitir aos outros que é merecedor de amor se o próprio não acredita nesse merecimento ou no seu próprio valor? Como pode alguém querer não ser invadido se não comunica os seus limites por deles não estar seguro?
 
Então como podemos começar a reconstruir a nossa autoestima? Responder às seguintes questões pode ser um bom início 😉
 
-Onde colocas o teu foco, naquilo de que não gostas em ti ou na pessoa que queres ser?
 
-Como falas contigo? És carinhoso e compassivo ou cruel e violento?
 
-O que fazes com os teus limites? Comunica-los aos outros ou esconde-los?
 
-Cuidas do teu corpo? Cuidas da tua alimentação? Bebes água em quantidade suficiente? Fazes exercício físico?
 
-Colocas-te desafios para que te treines a superá-los e tenhas coragem para te desafiares a ir em busca de sonhos?
 
-Como é o teu sono, dormes o suficiente?
 
Nas respostas a estas questões podes encontrar boas pistas sobre o que fazer para dar mais saúde à tua autoestima que claro, aumentará na dimensão da acção que decidires imprimir à tua vida.
 
SIGA!
22Abril2018