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Recursos 2018-09-24T06:08:55+00:00

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

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Quase Sempre, Diariamente…

2018-08-03T07:34:37+00:00

Claro que sei, eu conheço-o!

Cada pessoa é um mundo. A única parte que vemos desse mundo é a que nos é oferecida pelo comportamento. Há, no entanto, uma parte enorme, não acessível aos outros, apenas acessível ao próprio.

Grande parte das zangas entre casais vem da criação de expectativas e da sua frustração. Achamos que, por um lado, já conhecemos totalmente o outro, esquecendo que é possível que algumas partes dele mesmo nem ele conheça, quanto mais nós que estamos do lado de fora, e que, por isso o seu comportamento deve ser este ou aquele. Por outro lado, achamos que, sendo donos da “verdade”, o seu comportamento deveria ser este ou aquele, de acordo com a nossa bitola de comportamentos, de valores e de preferências ou ainda da bitola que achamos ser a do outro.

Criar expectativas é completamente diferente de ter opinião sobre o que se está a passar. Criar expectativas é um processo que pode vir da nossa necessidade de controlar e de nos sentirmos seguros, prevendo o que vai acontecer ou do nosso ego que “acha que sabe tudo”.

Ao criar expectativas sobre alguém estamos a contaminar a realidade com algo que se passa apenas na nossa imaginação. Se eu criar uma expectativa em relação a alguém perco a possibilidade de saborear o momento, a surpresa, o que é, por ficar presa ao que afinal não aconteceu.

Quantas discussões se evitariam, quantas zangas, quantos desentendimentos, se olhássemos o outro sem criarmos expectativas e se víssemos apenas o que está a acontecer em vez de perder tempo e energia com o que não aconteceu, poderia ter acontecido ou desejaríamos que tivesse acontecido.

2018-08-01T07:40:51+00:00

Olha… porque sim!

Hábitos são fórmulas de comportamentos que reproduzimos dia após dia e que se instalaram de tal maneira que raramente os questionamos ou validamos a sua utilidade. São de tal modo familiares que mesmo sem pensar já estamos a fazer “aquilo”. É o que acontece quando vamos para casa sempre pelo mesmo caminho e quando um dia fazemos parte do trajecto, com outro destino objectivo, apercebemo-nos que o piloto automático já se encarregou de tudo e de repente… estamos em casa ou quando ao fim do dia nos sentamos no sofá e, sistematicamente, dormimos metade do sono aí e só mais tarde vamos para a cama a arrastarmo-nos.

Os hábitos são uma espécie de ferrugem dos comportamentos. Tornam-nos rígidos e transformam num desafio opções diferentes das do hábito. É como se no nosso cérebro ao comando estivesse um grupinho: o grupinho do hábito X que quer que se faça como de costume e quando temos a ideia de fazer diferente, o grupinho da diferença começa a mobilizar-se e comunica: “Pessoal, hoje vamos fazer diferente!” mas os outros, que já fazem a mesma coisa da mesma forma há muito tempo dizem logo: “Nada disso! Sempre fizemos assim, porque haveríamos de mudar? Sabemos tudo sobre como fazer desta forma. Evitamos erros, sai sempre tudo certinho. Vá sentem-se e descansem que nós tratamos de tudinho!”

Se estivermos pouco atentos e nos esquecermos que só com actividade é que todos podem manter-se em forma, cedemos à tentação do hábito e corremos o risco de, por se manterem sentados e destreinados, passarem a ser o grupo dos sentados em vez do grupo dos que querem promover a acção, as novas possibilidades e a diferença.

E tu, que hábitos tens para quebrar? E que tal exercitar um grupo de comando diferente?

2018-07-30T08:26:22+00:00

Tenho todos os recursos (dentro de mim) para atingir os meus objectivos!

Que conversa! Como é que eu posso ter todos os recursos de que necessito para atingir os meus objectivos? Então se isso fosse verdade não os tinha atingido já?

Imaginem que estão a tentar encontrar água e que vão cavar a terra com esse objectivo. Se não cavarem o suficiente ou se não escolherem o local adequado, mesmo que tenham 10 pás nunca encontrarão água. O sucesso do projecto depende de outros factores.

“-Sim, pois, está bem… mas esse exemplo é físico, é com uma pá que existe e eu estou a falar de objectivos como mudar de profissão, ter uma vida social mais interessante, com mais amigos, ganhar mais dinheiro, ter uma relação amorosa mais significativa, esse tipo de objectivos. Se o objectivo se conquistasse a cavar era fácil… não sinto que tenha os recursos necessários!” Pareço ouvir esta argumentação, que aliás já ouvi muitas vezes…

Na realidade, é mesmo como encontrar água cavando:

1- Em primeiro lugar posso investigar como é que quem faz bem o que quero conseguir o faz, para que possa reproduzir o resultado. Conheço alguém que seja bom a atingir este tipo de objectivos? Como faz? Que informação posso compilar sobre o tema ou já tenho informação suficiente? Quem me pode ajudar? Como posso aprender?

2- Em segundo local posso escolher o local onde vou começar a procurar. Sabendo que isso pode não acontecer à primeira, é necessário ter um plano para continuar e ser suficientemente persistente para não desistir pois a água pode estar poucos centímetros abaixo ou ao lado.

3- Posso chegar à conclusão de que naquele terreno só encontro água com maquinaria mais sofisticada, neste caso tenho que avaliar se estou disposta a fazer o que for preciso para a conseguir. Mesmo não tendo dinheiro, posso fazer um crowdfunding ou arranjar um financiador, ou um parceiro, ou outra solução qualquer para a qual eu esteja disponível. Mesmo não sabendo trabalhar com equipamentos mais sofisticados do que uma pá posso aprender ou encontrar quem já o saiba fazer.

4- Acima de tudo, tenho que olhar para dentro de mim e accionar um recurso muito importante chamado: Acreditar. Se já acreditei em mim para alguma coisa, tenho a capacidade de o fazer, então porque não o faço neste projecto por que anseio? Em que acredito? Tenho medo? Medo de quê? Como fazer para transformar esse medo em cautela e accionar a coragem? Posso precisar de ajuda, conheço alguém que me possa ajudar? Quem conhece?

Não te percas dos teus sonhos, são eles que dão cor à vida. Sendo que o sonho pode ser apenas sentires-te bem ai dentro, que afinal é o sítio onde se passam as tuas experiências, certo?

2018-07-29T07:07:46+00:00

Como fazes para viver o Verão cá dentro?

Um dos meus filhos tem passado as férias a ir à praia com os amigos. São um grupo grande, às vezes quase duas dezenas de adolescentes todos na praia a conviverem como se o verão não fosse nunca acabar ou como se a meteorologia confirmasse o calendário. Lembro-me tão bem desta sensação de felicidade redonda e também eu revisito essa sensação por o ver tão feliz de um modo tão simples.

Grandes aprendizagens se podem fazer se pensarmos em como era fácil estarmos satisfeitos e como aumentámos a fasquia para sentir satisfação. A nossa exigência incorporou uma condição de existência materialista que não existia quando apenas éramos nós e os outros, o tempo disponível e tudo e nada para fazer.

Neste momento em que o tempo nos lembra do Outono, do Inverno, às vezes da Primavera e menos do Verão, pode ser um desafio interessante fazer ressuscitar o Verão de dentro, aquele que não existe porque o calendário o diz, porque a meteorologia o confirma ou porque fizemos uma viagem para os antípodas.

Como podes fazer para viver o Verão por dentro?

Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá

Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança

1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?

2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?

3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?

4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?

5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?

6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

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Textos publicados no Blog da Academia de Parentalidade Consciente

Cuidar dos cuidadores, a primeira regra em estados de emergência!
O primeiro dia da adolescência
“Palmada certa, na hora certa”
Já não há bombeiros, nem astronautas…

Dúvidas, questões, temas que gostasse de ver abordados podem ser sugeridos aqui

Para começares, começa.

William Wordsworth

A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.

Martin Luther King, Jr.

A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.

Amelia Earhart

Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.

Albert Schweitzer

Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.

Walt Disney

Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Marc Chagall

Diáriamente – Textos publicados no passado

Quando usava lentes de contacto, às vezes, deixava-as cair no chão da casa de banho. Cada gota de água me parceria uma lente de contacto caso tivesse os óculos à mão, caso contrário mal via o chão.
 
Sempre que uma lente me caia no chão da casa de banho tinha uma estratégia para a encontrar que era impossível falhar. Estava disposta a varrer com a minha mão todo o chão, que dividia em quadrados imaginários e depois assegurava que dentro de cada quadrado não falhava um milímetro sequer.
 
Encontrei uma estratégia que me permitia garantir que o resultado que eu queria que acontecesse, acontecia, mesmo que fosse apenas na última quadrícula. Na vida é igual, quando queremos muito algo e fazemos tudo, mesmo tudo para atingir determinado resultado, é provável (para não dizer certo) que o atinjamos, excepto se desistirmos antes de passar por todos os quadrados.
 
Há alguns anos fui operada e a miopia desapareceu. A minha realidade mudou, nunca mais usei lentes de contacto, uso no entanto a mesma estratégia quando quero muito que determinado resultado aconteça e garanto que levo o processo até ao fim, a menos que eu ou a realidade mudemos de objectivo ao longo do processo, aí coloco a quadrícula num novo chão… e, está tudo bem!
 
SIGA! 😉
30Abril2018
O nosso corpo e a nossa mente conversam. Mesmo sem darmos por isso eles conversam. Se estivermos muito atentos, conseguimos observar longas conversas.
Quando temos sono, o corpo começa a portar-se de acordo com essa sensação. Os olhos ficam pesados, parecem querer fechar-se, o corpo começa a querer encontrar um sítio onde possa encostar-se e repousar – foi-lhe comunicado que são horas de dormir, por exemplo. Por outro lado, quando o corpo está cansado comunica à mente que encontre um sítio onde se sentar para repousar ou uma cama para dormir e o nosso foco passa a ser esse até descansarmos.
 
Se nós sabemos que estas conversas existem e que são frutuosas, embora delas não tenhamos consciência, podemos, de forma consciente, organizar uma espécie de tertúlias temáticas, entre corpo e mente, em momentos em que queremos mesmo ter determinado resultado, aceder a determinado recurso ou acomodar uma emoção.
Se quero produzir calma posso colocar o corpo numa posição calma, respirar calma e observar como a mente entra na conversa. De igual modo, se eu preciso de energia, de foco, de paciência, posso promover uma tertúlia em que corpo e mente conversam e partilham a intenção, depois é observar como estas conversas são cada vez mais interessantes.
27Abril2018

Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!

Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.

Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.

Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.

Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.

No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.

Cheguei!

Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…

Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!

Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.

Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?

A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!

21Abril2018

Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.

Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.

Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?

Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.

Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!

Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.

Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.

SIGA!

24Abril2018

A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.

Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.

Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…

A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.

Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?

Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?

Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?

Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.

SIGA!

25Abril2018

Todos os dias nos é dada a possibilidade de escolher como nos vamos relacionar connosco, com os outros, com o planeta.
 
O desenvolvimento pessoal começa em nós e por isso a autoestima é tão importante. Um sentimento amoroso por nós próprios, pela forma como vivemos e pelas escolhas que fazemos, entrega-nos o apaziguamento necessário para entregarmos compaixão, aceitação, reconhecimento e amor aos outros e, por o fazermos, reforçamos de novo a nossa relação connosco, que de novo nos permite aprofundar a relação com os outros.
 
A autoestima é a grande pedra de toque do sucesso nas relações. Como pode alguém receber aceitação e amor se não o faz por si próprio? Como pode alguém transmitir aos outros que é merecedor de amor se o próprio não acredita nesse merecimento ou no seu próprio valor? Como pode alguém querer não ser invadido se não comunica os seus limites por deles não estar seguro?
 
Então como podemos começar a reconstruir a nossa autoestima? Responder às seguintes questões pode ser um bom início 😉
 
-Onde colocas o teu foco, naquilo de que não gostas em ti ou na pessoa que queres ser?
 
-Como falas contigo? És carinhoso e compassivo ou cruel e violento?
 
-O que fazes com os teus limites? Comunica-los aos outros ou esconde-los?
 
-Cuidas do teu corpo? Cuidas da tua alimentação? Bebes água em quantidade suficiente? Fazes exercício físico?
 
-Colocas-te desafios para que te treines a superá-los e tenhas coragem para te desafiares a ir em busca de sonhos?
 
-Como é o teu sono, dormes o suficiente?
 
Nas respostas a estas questões podes encontrar boas pistas sobre o que fazer para dar mais saúde à tua autoestima que claro, aumentará na dimensão da acção que decidires imprimir à tua vida.
 
SIGA!
22Abril2018