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Recursos 2018-09-24T06:08:55+00:00

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

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Quase Sempre, Diariamente…

2018-07-17T07:37:47+00:00

A meditação é gratuita, a violência nunca é gratuita!

Para que serve a raiva? Sim, se, ultimamente, estamos sempre a ouvir que todas as emoções nos são úteis e que todas têm um papel, para que nos serve a raiva que nos deixa num estado tão pouco agradável e que se se transformar num animal indomado pode ter consequências graves para o próprio e para outras pessoas.

A raiva pode ser útil na autopreservação porque nos ajuda a avançar, é uma espécie de energia do movimento de que precisamos para agir e lidar com as ameaças.

A raiva é também uma espécie de luz vermelha que nos alerta para o desafio que estamos a ter em nos relacionarmos com algo que, na maioria das vezes, apenas se passa no ecran gigante das nossas cabeças e que nos provoca uma sensação de necessidade de movimento, de explosão.

Quando observo a violência que acontece no mundo, de forma gratuita, não consigo evitar pensar que medo, que revolta, que energia tão grande e tão contida existe para que se expresse sem causa aparente e que se exteriorize assim que haja uma janela de oportunidade.

Na realidade não acredito na violência gratuita (no sentido de não ter uma origem), acredito que por vezes existe violência fora de contexto, que existe uma reacção a uma causa que nos pode parecer invisível ou mesmo ridícula, o que não acredito é que não exista.

Já ajudei jovens a iniciarem-se na meditação e, às vezes, quando os encontro dizem-me que meditaram recentemente porque sentiram que estavam mesmo a precisar de se acalmar ou de se apaziguar, que quando se sentem agitados o fazem e um pequeno conjunto de jovens continua mesmo a sua prática diária sem a minha intervenção e sem o ritual de comigo meditarem.

Acredito que a prática da meditação, encontrando a formula “certa” para cada um, pode mudar o mundo, uma pessoa de cada vez.

2018-07-16T06:53:20+00:00

Como anda o teu sonho?

Há pessoas mais matinais, há pessoas mais noctívagas, há pessoas que preferem mesmo e só a tarde (serão tardinais ou tardívagas?). Há quem goste tanto de se levantar cedo como de se deitar tarde, há quem goste de dormir a cesta, enfim, há humanos para tudo, com preferências tão diferentes que às vezes me parece que, seja em que tema for, nunca conseguiremos encontrar uma “categoria” que seja um conjunto vazio.

Recuando no tempo, lembro-me de um amigo que, gostando muito de dançar e da companhia do grupo, no intervalo entre o jantar e a dança ia a casa dormir um par de horas e depois regressava cheio de energia.

O sono é mesmo muito importante. È importante que cada um de nós se dê as horas diárias de que necessita para que a sua performance seja excelente. Para que isto aconteça é também necessário que exista autoconhecimento e respeito pelas necessidades intrínsecas do próprio.

Dormir é também uma parte daquilo a que chamamos viver. Como anda o teu sono?

2018-07-15T08:52:17+00:00

Cenas!

“Cenas!” É uma expressão comum entre os jovens (e também para alguns jovens da minha idade) e que se aplica a quase tudo:

Quanto algo é expectacular: “Que cena!”.

Quando algo é preocupante: “Ando às voltas com uma cena…”.

Quando os pais interferem nos planos: “Por causa das cenas dos meus pais não vou poder ir…àquela cena”.

Quando estão pensativos e não querem partilhar: “Não te preocupes, são cenas minhas”.

Quando conversam ao telefone e não querem que os pais percebam a conversa: “Quando é aquela cena?”.

Quando querem iniciar uma conversa e não sabem como: “Quero falar contigo sobre uma cena…”.

Quando estão apaixonados: “Sim, nós temos uma cena”.

Há cenas para tudo, diria mesmo há bué cenas.

Na verdade, parece-me uma das melhores aquisições linguísticas dos últimos anos. Embora retire a precisão linguística e o hábito de procurar a palavra certa para o momento certo, metaforicamente, é de uma utilidade extrema. Parece que a vida é um grande palco em que a peça tem muitas cenas. Dá-nos a possibilidade de isolar as cenas mantendo-as a todas parte integrante da mesma peça.

Numa cena algo pode estar a correr menos bem e a ser desafiante mas temos muitas mais cenas na vida. Podemos escolher, em cada momento, onde colocamos o foco. Podemos ter consciência que uma cena é apenas uma cena e isso é muito menos do que a peça toda.

Digam lá se visto desta maneira a vida não fica ainda mais simples: “Uma cena de cada vez”.

Que cena!

2018-07-13T09:16:18+00:00

A tua relação contigo já é uma história de Amor?

Há pessoas com quem temos dificuldade em nos relacionar e isso pode acontecer por muitos motivos:

– porque têm interesses tão diferentes dos nossos que temos dificuldade em criar uma ponte.
-porque os seus valores são tão diferentes que relacionarmo-nos com elas nos provoca emoções que preferíamos não ter.
– porque têm comportamentos que não compreendemos e que nos desconcertam, com que não sabemos lidar ou com os quais não queremos lidar.
-porque há algo na presença do outro de que não temos exacta consciência que provoca uma reacção tão forte em nós que impossibilita uma convivência tranquila.

Já várias vezes assisti à criação de grupos de pessoas que, pela sua diversidade de origem social, de orientação política, e de outras características, seria improvável formarem um grupo e, no entanto, por terem um interesse comum e por se manterem próximos ao longo do tempo acabaram por criar uma fórmula de relação altamente importante e gratificante para todos e que os aproximou pela semelhança fazendo perder importância a diferença. É o que acontece muitas vezes na prática de um desporto ou em situações limite (p.e. catástrofe natural e guerra).

De igual modo, pessoas bastante parecidas nos seus valores, nos seus interesses e com comportamento aparentemente semelhante tornaram a sua convivência impossível.

É interessante observar a forma como estabelecemos as nossas relações. Há pessoas que por se focarem na semelhança, por procurarem o que os aproxima dos outros, têm inúmeras relações, mais ou menos profundas, com muitas pessoas. Outras pessoas focam-se essencialmente no que as afasta de cada uma das pessoas que as rodeiam, no que são diferentes e escolhem não aceitar a diferença.

Às vezes, acontece que, a relação com a pessoa com quem passamos mais tempo de todas: nós próprias, não é uma boa relação, não existe apaziguamento. Há uma parte que discorda de outras, há uma parte que se irrita ou não gosta de outras e, por isso acontecer, por há partida já existir essa sensação cá dentro, menos são os graus de liberdade para com abertura se aceitar ou gostar dos outros.

Como posso aceitar os outros se não me aceitar a mim? Imagino que existiria uma parte de mim que ficaria com ciúme de mim própria por me relacionar melhor com os outros do que comigo e que faria com que não sentisse paz na companhia de outros. Como posso respeitar a diferença no outro se não me respeitar a mim, como posso estimar os outros se a minha autoestima não estiver saudável? Como posso sentir empatia pelos outros se estiver em permanente guerra comigo?

Muitas vezes as pessoas sentem-se tão sozinhas, tão isoladas. Acredito que essa sensação vem de a sua própria companhia não ser significativa, não ser de apaziguamento e satisfação e, por isso acontecer aumentar o desafio na relação consigo e com os outros.

Quando temos um desafio nas nossas relações com os outros o primeiro passo a dar é verificar como vai a nossa relação connosco, trabalhar essa parte e a partir dai escolher como nos queremos relacionar com os outros e com quem nos queremos relacionar.

Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá

Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança

1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?

2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?

3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?

4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?

5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?

6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

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Textos publicados no Blog da Academia de Parentalidade Consciente

Cuidar dos cuidadores, a primeira regra em estados de emergência!
O primeiro dia da adolescência
“Palmada certa, na hora certa”
Já não há bombeiros, nem astronautas…

Dúvidas, questões, temas que gostasse de ver abordados podem ser sugeridos aqui

Para começares, começa.

William Wordsworth

A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.

Martin Luther King, Jr.

A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.

Amelia Earhart

Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.

Albert Schweitzer

Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.

Walt Disney

Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Marc Chagall

Diáriamente – Textos publicados no passado

Quando usava lentes de contacto, às vezes, deixava-as cair no chão da casa de banho. Cada gota de água me parceria uma lente de contacto caso tivesse os óculos à mão, caso contrário mal via o chão.
 
Sempre que uma lente me caia no chão da casa de banho tinha uma estratégia para a encontrar que era impossível falhar. Estava disposta a varrer com a minha mão todo o chão, que dividia em quadrados imaginários e depois assegurava que dentro de cada quadrado não falhava um milímetro sequer.
 
Encontrei uma estratégia que me permitia garantir que o resultado que eu queria que acontecesse, acontecia, mesmo que fosse apenas na última quadrícula. Na vida é igual, quando queremos muito algo e fazemos tudo, mesmo tudo para atingir determinado resultado, é provável (para não dizer certo) que o atinjamos, excepto se desistirmos antes de passar por todos os quadrados.
 
Há alguns anos fui operada e a miopia desapareceu. A minha realidade mudou, nunca mais usei lentes de contacto, uso no entanto a mesma estratégia quando quero muito que determinado resultado aconteça e garanto que levo o processo até ao fim, a menos que eu ou a realidade mudemos de objectivo ao longo do processo, aí coloco a quadrícula num novo chão… e, está tudo bem!
 
SIGA! 😉
30Abril2018
O nosso corpo e a nossa mente conversam. Mesmo sem darmos por isso eles conversam. Se estivermos muito atentos, conseguimos observar longas conversas.
Quando temos sono, o corpo começa a portar-se de acordo com essa sensação. Os olhos ficam pesados, parecem querer fechar-se, o corpo começa a querer encontrar um sítio onde possa encostar-se e repousar – foi-lhe comunicado que são horas de dormir, por exemplo. Por outro lado, quando o corpo está cansado comunica à mente que encontre um sítio onde se sentar para repousar ou uma cama para dormir e o nosso foco passa a ser esse até descansarmos.
 
Se nós sabemos que estas conversas existem e que são frutuosas, embora delas não tenhamos consciência, podemos, de forma consciente, organizar uma espécie de tertúlias temáticas, entre corpo e mente, em momentos em que queremos mesmo ter determinado resultado, aceder a determinado recurso ou acomodar uma emoção.
Se quero produzir calma posso colocar o corpo numa posição calma, respirar calma e observar como a mente entra na conversa. De igual modo, se eu preciso de energia, de foco, de paciência, posso promover uma tertúlia em que corpo e mente conversam e partilham a intenção, depois é observar como estas conversas são cada vez mais interessantes.
27Abril2018

Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!

Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.

Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.

Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.

Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.

No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.

Cheguei!

Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…

Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!

Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.

Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?

A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!

21Abril2018

Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.

Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.

Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?

Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.

Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!

Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.

Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.

SIGA!

24Abril2018

A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.

Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.

Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…

A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.

Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?

Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?

Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?

Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.

SIGA!

25Abril2018

Todos os dias nos é dada a possibilidade de escolher como nos vamos relacionar connosco, com os outros, com o planeta.
 
O desenvolvimento pessoal começa em nós e por isso a autoestima é tão importante. Um sentimento amoroso por nós próprios, pela forma como vivemos e pelas escolhas que fazemos, entrega-nos o apaziguamento necessário para entregarmos compaixão, aceitação, reconhecimento e amor aos outros e, por o fazermos, reforçamos de novo a nossa relação connosco, que de novo nos permite aprofundar a relação com os outros.
 
A autoestima é a grande pedra de toque do sucesso nas relações. Como pode alguém receber aceitação e amor se não o faz por si próprio? Como pode alguém transmitir aos outros que é merecedor de amor se o próprio não acredita nesse merecimento ou no seu próprio valor? Como pode alguém querer não ser invadido se não comunica os seus limites por deles não estar seguro?
 
Então como podemos começar a reconstruir a nossa autoestima? Responder às seguintes questões pode ser um bom início 😉
 
-Onde colocas o teu foco, naquilo de que não gostas em ti ou na pessoa que queres ser?
 
-Como falas contigo? És carinhoso e compassivo ou cruel e violento?
 
-O que fazes com os teus limites? Comunica-los aos outros ou esconde-los?
 
-Cuidas do teu corpo? Cuidas da tua alimentação? Bebes água em quantidade suficiente? Fazes exercício físico?
 
-Colocas-te desafios para que te treines a superá-los e tenhas coragem para te desafiares a ir em busca de sonhos?
 
-Como é o teu sono, dormes o suficiente?
 
Nas respostas a estas questões podes encontrar boas pistas sobre o que fazer para dar mais saúde à tua autoestima que claro, aumentará na dimensão da acção que decidires imprimir à tua vida.
 
SIGA!
22Abril2018