Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
Quase Sempre, Diariamente…
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Com quem partilhas os teus objectivos? Já tens claque?
Ontem assumi um compromisso que me tira da zona de conforto. Assumi-o com uma pessoa muito importante para mim e com quem me sinto comprometida.
Esta escolha, a de assumir compromissos não só connosco mas também com pessoas com quem gostemos de partilhar os nossos desafios é uma forma ainda mais poderosa de atingir resultados. Desta forma, aumentei o vínculo em relação ao objectivo e ainda ganhei a possibilidade de ir partilhando os desafios ao longo do processo, contribuindo para o mesmo.
A escolha da pessoa ou pessoas com quem queremos partilhar os nossos objectivos e compromissos assumidos é fundamental para o processo. Há 4 critérios importantes a considerar na escolha da pessoa com quem partilhamos objectivos:
-Confiança.
-Aceitação por quem somos.
-Entusiasmo.
-Apoio.
E tu, com quem partilhas os teus objectivos?
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Siga!
Transição, crescimento, evolução podem ser as palavras a utilizar por quem se assusta muito com “mudança”.
O nome que chamamos ao que queremos que aconteça na nossa vida pode ser escolhido por nós. Bem vistas as coisas, temos a liberdade de chamarmos o que quisermos, ao que quisermos, se isso nos der jeito.
Cada um de nós tem um dicionário próprio que, para além de palavras, tem sensações associadas, às vezes sons e imagens.
É fácil perceber que algumas palavras, quando pensamos nelas, nos levam a ter sensações fortes. Estas são diferentes de pessoa para pessoa.
Por exemplo, a palavra festa, para alguns significa animação, satisfação, encontro e uma série de outras sensações positivas. No entanto, para outras pessoas, a mesmíssima palavra pode provocar sensações diferentes, e até de forte desagrado. Se pensarmos numa pessoa introvertida, facilmente podemos imaginar que a sensação que tem quando pensa em festa não será a mesma que a de uma pessoa extrovertida e o significado atribuído no seu dicionário de palavras e sensações não será, certamente, o mesmo.
Às vezes, queremos que aconteça algo, queremos produzir determinado resultado, e depois pensamos no que queremos que aconteça e sentimos de imediato algo que não facilita que avancemos. Nestes momentos, é útil perceber quais as palavras concretas que usamos (seja no diálogo com os outros, seja no diálogo interno) e como nos relacionamos com elas. Se não estiverem a ser palavras possibilitadoras, basta trocá-las por outras que o sejam.
Qual a palavra certa para ti?
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Qual é a tua intenção?
Imaginar, pela forma como os líderes das nossas organizações ou das equipas as gerem qual será a sua intenção, é um exercício interessante.
Continuando a imaginar, imagino que todos os líderes desejem que os seus colaboradores se apaixonem pelas organizações onde trabalham, que se dediquem a elas e sintam genuíno amor à camisola. Imagino também que todos os líderes saibam que colaboradores felizes são colaboradores de corpo inteiro que geram melhores ambientes dentro e fora da organização e que por isso acontecer geram melhores resultados.
De igual modo, nas famílias, nas relações de amor romântico ou não, geramos melhores resultados, mais alinhados connosco se o nosso comportamento for inspirado pela intenção.
Conhecer claramente a minha intenção em cada contexto e para a minha vida em geral é o equivalente a ter permanente acesso a um manual de instruções sobre como e o que quero que aconteça em cada momento, fazê-lo acontecer depende, na parte que me calha, só e apenas de mim!
Qual é a tua intenção aí, hoje?
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Farinha, água e sal…
Pão é uma mistura de farinha, água e sal.
Com pequenas variações nas quantidades de cada ingrediente podemos dar-lhe um sabor, textura e elasticidade diferentes.
Podemos moldá-los em pequenos pãezinhos individuais ou em pães grandes, que chegam para uma família inteira.
Se juntarmos levedura, cresce, se não juntarmos podemos ter pão ázimo.
Podemos fazer alterações simples e temos scones.
Com uma base simples, comum, conhecida, podemos fazer muitos tipos de pães.
Às vezes dão-nos receitas com a recomendação “prova, é o melhor pão do mundo” e nós, só depois de alguma alteração é que conseguimos encaixar o resultado no epitáfio.
Outras vezes “o melhor pão do mundo” vem de uma receita que descobrimos por acaso, por engano, porque não tínhamos à mão um ingrediente e substituímos por outro, ou reduzimos a quantidade, ou porque decidimos experimentar algo novo.
O sucesso, a felicidade, os bons momentos e tudo na vida são como pães, com ingredientes simples, combinados de determinada maneira, podem ser saboreados, com ou sem companhia, ser rústicos ou elegantes, acompanhados por chá ou por limonada. Na essência, são apenas farinha, água e sal.
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Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá
Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança
1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?
2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?
3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?
4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?
5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?
6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?
Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
Para começares, começa.
A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.
A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.
Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.
Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.
Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Diáriamente – Textos publicados no passado
Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!
Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.
Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.
Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.
Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.
No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.
Cheguei!
Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…
Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!
Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.
Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?
A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!
21Abril2018
Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.
Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.
Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?
Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.
Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!
Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.
Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.
SIGA!
24Abril2018
A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.
Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.
Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…
A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.
Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?
Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?
Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?
Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.
SIGA!
25Abril2018
