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Recursos 2018-09-24T06:08:55+00:00

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

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Quase Sempre, Diariamente…

2018-12-19T07:53:34+00:00

Já fizeste o Balanço de 2018?

á fizeste o balanço de 2018?

Fazer o balanço de 2018 é tão importante como definir intenções e objectivos para 2019.

O desafio que proponho é o de encarar tudo, mesmo tudo, como aprendizagem, como integração de algo, principalmente, nas áreas em que gostavas de ter tido resultados diferentes. Por isso, quando proponho que faças o balanço de 2018 não me refiro a erros, refiro-me objectivamente ao que aprendeste e a como essa aprendizagem pode ser utilizada para fazer diferente.

Einstein dizia que para si a definição de loucura era continuar a fazer as coisas do mesmo modo e esperar resultados diferentes.

Vá, começa agora, é um belo exercício revisitar sensações boas, sítios bons e olhar para o que foi menos bom, o que foi diferente do que tinhas desenhado como objectivo e tomar consciência das aprendizagens que o caminho proporcionou.

Claro que pode haver uma zona de acontecimentos inesperados que não dependeram de ti, que preferias não ter vivido, por que preferias não ter passado e, até dai, se quiseres, podes retirar aprendizagem.

Já fizeste o balanço de 2018?

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2018-12-18T08:44:38+00:00

Já estás apaixonado pelos teus objectivos?

Tudo é uma metáfora de outra coisa qualquer…

Ontem, eu e um dos meus filhos, dedicámos as nossas energias a ganhar um bilhete duplo para um concerto o que, só por si, era um evento entusiasmante para um rapaz apaixonado por música, estudante de música e com vontade de aprender a tocar quase todos os instrumentos musicais que lhe aparecem pela frente, e os outros também ;). Não sabia eu que ia ser um dia de aprendizagem e de partilha.

Para ganhar os bilhetes era necessário que os nossos amigos se inscrevessem no site da Gulbenkian através do link partilhado por nós, e também eles ficariam inscritos e podiam desenvolver as mesmas diligencias que nós para conseguir os ditos, o que me pareceu seguro tendo em conta a instituição que era e por isso deitámos mãos à obra.

Há quinze dias quando nos inscrevemos ficámos em 4.634 e dois ou 3 dias depois estávamos acima dos oito mil.
Pareceu-nos impossível chegar aos primeiros 20 lugares, os que teriam direito a bilhete. Mas ontem, recebemos um e-mail a referir que estávamos na posição 583 e que o vigésimo candidato tinha apenas mais 87 participantes associados que nós. Quando voltámos a consultar o ranking estávamos na posição 267, o que era ainda mais próximo. Ora deste modo já era possível…

Este exemplo, é demonstrativo, na perfeição, do que pode ser um objectivo bem definido e foi aproveitado para explorar o tema, cumprindo as características de um objectivo SPIDER (o método desenvolvido e proposto pelo Pedro Vieira) o primeiro S representa o método SMART, sendo:

1- Específico – Eu e o meu filho sabíamos exactamente o que queríamos atingir: ficar colocados nos primeiros 20 lugares de participantes e por isso ganhar dois bilhetes.

2- Mensurável – sabíamos em cada momento a que distancia estávamos do objectivo e seria fácil identificar quando lá chegássemos.

3- Atingível – dependia de nós, da nossa capacidade de mobilizar os amigos para se inscreverem, ganharmos posição no ranking.

4- Realista – temos muitos amigos e conhecidos a quem era possível pedir e oferecer a possibilidade de participarem.

5- Tempo – claramente definido no tempo: até às 23:59 do dia 17 de Dezembro de 2018.

6- Partilhado – à medida que íamos enviando o link para nos aproximarmos dos vinte primeiros lugares, os nossos amigos iam enviando mensagens de entusiasmo dizendo que já tinham enviado à tia, ao primo, ao periquito e quase fiquei com a sensação que até canários hão-de ter participado. Por existir esta dinâmica da partilha, cada vez ficávamos mais entusiasmados.

7- Inspirador – o meu filho, grande fã de Star Wars e da música do John Williams (e eu também) transpirávamos entusiasmo e acho que esse entusiasmo entusiasmou os nossos amigos e conhecidos e transformou este projecto num momento de grande entusiasmo.

8- Dor/Prazer – conseguíamos principalmente antecipar o prazer que iríamos ter se conquistássemos os bilhetes. Ver aquele filme, naquela sala, com aquela orquestra, ui!

9- Emocional – Para nós tinha mesmo importância este espectáculo, era para nós emocionante imaginarmos o que veríamos, o que ouviríamos e o que sentiríamos quando lá estivéssemos e isto dava-nos ainda mais energia para continuar.

10- Repetir e Refinar – continuámos a enviar o link de participação pelos Messenger pois o nosso lugar não parava de ficar melhor e melhor posicionado na tabela, até que nos bloquearam o acesso ao Messenger por uso potencialmente “indevido”. Neste momento fizemos a estratégia evoluir e passámos ao whatsapp, aos contactos mais próximos, mais personalizados.

Às 23:59h do dia 17 de Dezembro de 2018 éramos os felizes contemplados de dois bilhetes para um momento que imaginamos épico. Queremos agora desmontar as expectativas para podermos livremente saborear a experiência que ai vem.

Obrigada a todos pelo contributo e pela oportunidade de ter ensinado ao meu filho como definir e atingir objectivos apaixonantes de forma apaixonada.

Obrigada, à aranha que nos ajudou 😉

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2018-12-17T08:27:55+00:00

Quem serias se não acreditasses nisso?

Ultimamente, o tema crenças tem andado a satelitar-me.

Não, me ocupam todas as crenças, apenas as que não me servem para nada, as que são entraves e que se instalaram como se fossem tijolos com cimento pintados com cal.

Por exemplo, os nossos meninos não podem andar ao frio. Acreditamos que o frio é quase uma estirpe de vírus. No Norte da Europa acredita-se que dormir a sesta ao ar livre, devidamente agasalhados, claro, dá saúde e acredita-se também que o frio é um forte antibiótico.

Este tipo de crenças limita-nos.

Há outro tipo de crenças que não têm a ver com o efeito que o exterior tem em nós e sim sobre quem somos, do que somos capazes e de como devemos agir, pensar e sentir em determinado contexto (a forma certa) que nos minam e são uma barreira no acesso a uma zona de descontração e possibilidade que existe dentro de todos nós.

Há crenças para todos os gostos. Convido-vos a acompanharem-me neste processo de limpeza de final de ano (que afinal dura o ano inteiro), a olharem para dentro e a questionarem tudo o que fazem, pensam ou sentem por “obrigação”, porque sempre foi assim, porque assim é que é, e que na verdade são mais empecilhos no caminho do que tapetes vermelhos da vida, e a questionarem:

-Isto é verdade? Como sei que é verdade? Quem seria eu se não acreditasse nisto?

Estou disponível para “trocar umas bolas” sobre crenças que pareçam inabaláveis 😉

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2018-12-14T08:12:43+00:00

E se tirasses a máscara?

Sem mesmo nos apercebermos todos nós usamos máscaras. Todos queremos em determinados contextos assumir máscaras que nos dão mais reconhecimento, mais segurança, que nos aproximam mais do grupo ou que nos ajudam a ser mais criativos, mais divertidos e, nesse esforço de construirmos um “personagem”, desligamo-nos de quem verdadeiramente somos para conquistarmos algo importante para nós.

Curiosamente, é nos momentos em que não usamos máscaras, em que simplesmente somos quem somos, que somos surpreendidos por nós, pelos outros e pelo mundo. É neste caminho de não esforço e de aceitação por quem somos que o reconhecimento tem mais significado, que a segurança nos tranquiliza mais, que nos aproximamos mais dos outros e que temos acesso a partes de nós que passam a estar disponíveis.

Hoje pode ser um bom dia para tirar máscaras, queres experimentar?

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Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá

Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança

1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?

2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?

3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?

4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?

5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?

6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

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Textos publicados no Blog da Academia de Parentalidade Consciente

Cuidar dos cuidadores, a primeira regra em estados de emergência!
O primeiro dia da adolescência
“Palmada certa, na hora certa”
Já não há bombeiros, nem astronautas…

Dúvidas, questões, temas que gostasse de ver abordados podem ser sugeridos aqui

Para começares, começa.

William Wordsworth

A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.

Martin Luther King, Jr.

A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.

Amelia Earhart

Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.

Albert Schweitzer

Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.

Walt Disney

Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Marc Chagall

Diáriamente – Textos publicados no passado

Quando usava lentes de contacto, às vezes, deixava-as cair no chão da casa de banho. Cada gota de água me parceria uma lente de contacto caso tivesse os óculos à mão, caso contrário mal via o chão.
 
Sempre que uma lente me caia no chão da casa de banho tinha uma estratégia para a encontrar que era impossível falhar. Estava disposta a varrer com a minha mão todo o chão, que dividia em quadrados imaginários e depois assegurava que dentro de cada quadrado não falhava um milímetro sequer.
 
Encontrei uma estratégia que me permitia garantir que o resultado que eu queria que acontecesse, acontecia, mesmo que fosse apenas na última quadrícula. Na vida é igual, quando queremos muito algo e fazemos tudo, mesmo tudo para atingir determinado resultado, é provável (para não dizer certo) que o atinjamos, excepto se desistirmos antes de passar por todos os quadrados.
 
Há alguns anos fui operada e a miopia desapareceu. A minha realidade mudou, nunca mais usei lentes de contacto, uso no entanto a mesma estratégia quando quero muito que determinado resultado aconteça e garanto que levo o processo até ao fim, a menos que eu ou a realidade mudemos de objectivo ao longo do processo, aí coloco a quadrícula num novo chão… e, está tudo bem!
 
SIGA! 😉
30Abril2018
O nosso corpo e a nossa mente conversam. Mesmo sem darmos por isso eles conversam. Se estivermos muito atentos, conseguimos observar longas conversas.
Quando temos sono, o corpo começa a portar-se de acordo com essa sensação. Os olhos ficam pesados, parecem querer fechar-se, o corpo começa a querer encontrar um sítio onde possa encostar-se e repousar – foi-lhe comunicado que são horas de dormir, por exemplo. Por outro lado, quando o corpo está cansado comunica à mente que encontre um sítio onde se sentar para repousar ou uma cama para dormir e o nosso foco passa a ser esse até descansarmos.
 
Se nós sabemos que estas conversas existem e que são frutuosas, embora delas não tenhamos consciência, podemos, de forma consciente, organizar uma espécie de tertúlias temáticas, entre corpo e mente, em momentos em que queremos mesmo ter determinado resultado, aceder a determinado recurso ou acomodar uma emoção.
Se quero produzir calma posso colocar o corpo numa posição calma, respirar calma e observar como a mente entra na conversa. De igual modo, se eu preciso de energia, de foco, de paciência, posso promover uma tertúlia em que corpo e mente conversam e partilham a intenção, depois é observar como estas conversas são cada vez mais interessantes.
27Abril2018

Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!

Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.

Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.

Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.

Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.

No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.

Cheguei!

Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…

Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!

Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.

Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?

A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!

21Abril2018

Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.

Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.

Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?

Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.

Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!

Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.

Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.

SIGA!

24Abril2018

A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.

Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.

Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…

A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.

Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?

Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?

Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?

Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.

SIGA!

25Abril2018

Todos os dias nos é dada a possibilidade de escolher como nos vamos relacionar connosco, com os outros, com o planeta.
 
O desenvolvimento pessoal começa em nós e por isso a autoestima é tão importante. Um sentimento amoroso por nós próprios, pela forma como vivemos e pelas escolhas que fazemos, entrega-nos o apaziguamento necessário para entregarmos compaixão, aceitação, reconhecimento e amor aos outros e, por o fazermos, reforçamos de novo a nossa relação connosco, que de novo nos permite aprofundar a relação com os outros.
 
A autoestima é a grande pedra de toque do sucesso nas relações. Como pode alguém receber aceitação e amor se não o faz por si próprio? Como pode alguém transmitir aos outros que é merecedor de amor se o próprio não acredita nesse merecimento ou no seu próprio valor? Como pode alguém querer não ser invadido se não comunica os seus limites por deles não estar seguro?
 
Então como podemos começar a reconstruir a nossa autoestima? Responder às seguintes questões pode ser um bom início 😉
 
-Onde colocas o teu foco, naquilo de que não gostas em ti ou na pessoa que queres ser?
 
-Como falas contigo? És carinhoso e compassivo ou cruel e violento?
 
-O que fazes com os teus limites? Comunica-los aos outros ou esconde-los?
 
-Cuidas do teu corpo? Cuidas da tua alimentação? Bebes água em quantidade suficiente? Fazes exercício físico?
 
-Colocas-te desafios para que te treines a superá-los e tenhas coragem para te desafiares a ir em busca de sonhos?
 
-Como é o teu sono, dormes o suficiente?
 
Nas respostas a estas questões podes encontrar boas pistas sobre o que fazer para dar mais saúde à tua autoestima que claro, aumentará na dimensão da acção que decidires imprimir à tua vida.
 
SIGA!
22Abril2018