Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
Quase Sempre, Diariamente…
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O caminho existe, mesmo quando não o vês!
Já tiveste a sensação de estares num cenário em que pareces não te enquadrares e não saberes qual o cenário onde gostarias de estar?
Ás vezes acontece “na vida toda”, outras só no trabalho, outras só na família. O que estou aqui a fazer? Para onde quero ir?
É como se fosses um figurante da tua própria vida e não soubesses que papel queres representar.
É como se te quisesses ir embora sem saberes de onde partes, nem para onde queres ir, como se não soubesses onde te encaixas, nem onde te daria mais prazer encaixares-te.
Esta sensação não tem a ver com o “sítio” onde estás. Tem a ver com o que se passa ai dentro, com as expectativas que criaste, com os julgamentos que fazes sobre ti e sobre o que te rodeia, com aquilo em que acreditas e como olhas para o que atingiste até agora:
-Já tenho esta idade e só cheguei aqui…
-Todos têm um objectivo …
-Os outros parecem estar satisfeitos com as suas vidas…
…
Afinal o que quero? É uma pergunta que já ouvi muitas vezes. A resposta está aí dentro e num processo de desenvolvimento pessoal é esse o mapa que recuperamos e ajudamos a ver e sentir. Às vezes até parece que ouvimos o “mapa” dizer: Vá, avança, agora já sabes que é por ai!
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Boa disposição 🙂
Não é de admirar que sejamos preconceituosos em relação à boas disposição, à alegria e à sensação de diversão, basta ter em conta as expressões que usamos quando queremos anunciar que vamos tratar de algo importante:
“-Agora é a sério!”
“-Isto é um assunto sério.”
“-Temos um problema sério.”
A sabedoria popular também contribui com as suas achas:
“Riso pronto, miolo tonto.”
“Riso hoje, choro amanhã.”
“Muito riso, pouco siso.”
Há poucos dias uma pessoa que trabalha na área financeira dizia-me que no seu local de trabalho o ar leve e bem disposto não é bem aceite e que o chefe já chamou mesmo à atenção colegas por num dia de trabalho longo e pesado aligeiraram o ambiente com umas piadas que, segundo esta pessoa, deram nova energia para concluírem o trabalho que tinham em mãos.
É óbvio que existem actividades que requerem imensa atenção e que uma vírgula fora do sítio tem um impacto enorme, aquilo de que não nos podemos esquecer é que a pressão trava o movimento e que a fluidez o propicia e que se queremos fluidez, o stress só pode existir na medida em que dá energia ao movimento entregando-lhe a flexibilidade necessária para existir.
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Que significado têm as palavras?
“- Quando eu uso uma palavra – disse Humpty Dumpty num tom escarninho – ela significa exatamente aquilo que eu quero que signifique … nem mais nem menos.
– A questão – ponderou Alice – é saber se o senhor pode fazer as palavras dizerem coisas diferentes.
– A questão – replicou Humpty Dumpty – é saber quem é que manda. É só isso.”
CARROLL, L., Alice no País das Maravilhas, 1865.
Vida, trabalho, amor, relações, presente, problemas, dor, prazer, desafio, diversão, rir, chorar, doença, saúde – tantos significados possíveis podem ser escolhidos.
Tantas possibilidades!
Boas escolhas e bom Domingo!
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Trabalho em Equipa
Quanto mais observo e converso com jovens mais vou constatando que aquilo a que chamam trabalho em equipa não é mais do que uma divisão de tarefas resultando o trabalho numa soma de partes.
Este processo é eficiente em termos de tempo e, se as tarefas forem divididas em função das preferências, conhecimentos e competências de cada elemento, é provável que o resultado seja bom, mas será disto que andamos à procura?
Muitos jovens queixam-se de que não gostam de trabalhar em equipa, tal como muitos adultos se queixam do mesmo, referindo que há colegas que não fazem nada, só brincam, outros não sabem o suficiente para permitir que a sua parte tenha qualidade. Às vezes referem que há um que assume o comando e não deixa mais ninguém falar nem participar… o rol de motivos que levam adultos e jovens a não gostarem de trabalhar em equipa é longo.
Por outro lado, há equipas que trabalham de forma bastante fluída, sem este ruído de fundo das queixas, com desafios, é certo, mas com naturalidade, foco e resultados.
Como em tudo na vida, trabalhar em equipa requer aprendizagem e essa aprendizagem assenta na forma como nos relacionamos e como escolhemos integrar e acolher. È que quando há ligação, conexão e aprendizagem sobre como trabalhar em equipa O TODO GERADO É SUPERIOR À SOMA DAS PARTES.
Professores, educadores, gestores de equipas esta é uma aprendizagem que gera resultados para lá do esperado, para lá do habitual. Há ideias e soluções que só existem quando várias pessoas se transformam em equipa e activam o potencial gerador do grupo.
…sim, aprende-se e ensina-se 😉
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Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá
Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança
1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?
2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?
3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?
4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?
5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?
6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?
Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
Para começares, começa.
A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.
A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.
Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.
Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.
Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Diáriamente – Textos publicados no passado
Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!
Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.
Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.
Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.
Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.
No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.
Cheguei!
Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…
Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!
Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.
Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?
A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!
21Abril2018
Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.
Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.
Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?
Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.
Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!
Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.
Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.
SIGA!
24Abril2018
A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.
Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.
Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…
A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.
Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?
Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?
Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?
Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.
SIGA!
25Abril2018
