Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
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Como tens cuidado de ti?
Quando nascemos assumimos um nível de responsabilidade sobre nós próprios que nos permite sobreviver e receber tudo aquilo de que necessitamos: comida, água, higiene, afecto, contacto físico… se não temos as nossas necessidades satisfeitas manifestamo-nos. Primeiro com movimentos, depois com a intensificação do movimento, eventualmente, com sons e se nada resultar, com um choro que garante que ficamos satisfeitos.
A Infância é a fase em que assumimos uma maior responsabilidade pelo nosso bem estar.
Depois, com o crescimento, vamos assumindo novas responsabilidades.
Começamos a trabalhar e assumimos a responsabilidade do trabalho. Nascem os filhos e assumimos a responsabilidade pelo seu bem estar. E assim, vamos assumindo sucessivas responsabilidades e, com tantas responsabilidades, esquecemo-nos de sermos responsáveis em relação à única pessoa que pode garantir que tudo corre bem: nós próprios.
Como tens cuidado de ti?
Alegria e Foco podem (e devem) fazer parte da mesma equação
Em muitas empresas, em muitas famílias, em muitas pessoas existe a crença de que se é divertido, se é bem humorado,se é alegre, se as pessoas se divertem, não é sério, não é gerador de resultados, não existe responsabilidade, nem foco. Tenho encontrado esta crença de que o pai, a mãe, o líder, o professor têm que ser pessoas sérias para serem credíveis, para que acreditem nelas e para não correrem o risco de que os outros se distraiam com a diversão e lhes faltem ao respeito.
Uma das minhas intenções é contribuir para o bom ambiente e para a alegria, em particular, com a família e amigos, e de forma mais geral e alargada, em todos os momentos e contextos em que me encontre, a trabalhar, no café, a conduzir, no metro… Esta intenção tem sido transversal a toda a minha vida.
Esta atitude representa uma grande poupança de energia. É ser como a água que em todos os momentos contorna os obstáculos, e segue o seu rumo, adaptando-se naturalmente ao que o caminho lhe oferece.
Quando tinha uma equipa alargada, em contexto clássico de trabalho em escritório, o critério de avaliação de desempenho, e portanto de auto-avaliação, mais valorizado era o contributo de cada um para o bom ambiente na equipa. O que era mais valorizado, acima de todos os restantes critérios, era a forma como cada um contribuía para que todos e cada um estivesse bem no seu local de trabalho. Este critério aparentemente “simplório” garantia a colaboração, o trabalho em equipa, o contributo para o bem comum, o acesso alargado a toda a informação e a sua partilha.
Esta intenção, este foco no contributo para o todo, na realidade, é “apenas” o colocar do foco no amor, na felicidade, no caminho, deixando ao resto, leia-se a chegada a um destino, a um objectivo, o papel de consequência natural de um caminho escolhido.
Quando fazemos esta escolha de contribuir estamos a assumir um compromisso para connosco, o compromisso de em cada momento estarmos a construir a melhor versão de nós mesmos e por a ela acedermos garantimos que a entregarmos também aos outros.
#foconoessencial #coaching #oquecontaeoamor
Parabéns pelas escolhas que vais fazer!
Alô…? Alô?
Daqui sou eu… a tua Eu de daqui a 5 anos. Era só para te dar os parabéns pelas escolhas que vais fazer, serão as melhores possíveis. Para te agradecer por não desistires de mim… bem, de ti… ai, que confusão… de nós! Há 5 anos atrás não fazia ideia de como iria ser a “nossa” vida, não sabia se os esforços iam valer a pena… Quero te dizer que mais do que chegar aqui, ao futuro, valeu a pena a caminhada, o processo, a entrega, a forma como aceitaste o que te foi acontecendo e o facto de encarares a vida como uma aprendizagem. Foi importante também para “nós” activares mais poderosos recursos, aprenderes a relaxar, a divertires-te com pequenas coisas e a rires mais.
Continua a aproveitar cada momento. Sabe que todas as coisas são o que têm que ser e que tu tens o poder de fazer as melhores escolhas possíveis. Continua a fazer o que te faz feliz e a olhar para o nosso futuro com uma curiosidade tranquila, só assim nos poderemos conhecer, caso faças outras escolhas conhecerás outra “nós”, bem, outra “eu”.
Quero ainda dizer-te que gosto muito de ti e que quero muito conhecer-te. De certa maneira, é como se já te conhecesse, sem ter a certeza de como serás quando te conhecer. Sei no entanto, que conhecerei a melhor versão possível de nós.
Até já!
Já sentiste, hoje, gratidão?
Todos os dias me sento para escrever.
Sento-me, ligo o pc e, como que por magia, as letras vão se juntando e as palavras vão engrossando as frases e construindo parágrafos que, agrupados, são textos. No entanto, há dias em que me sento, ligo o pc e, como que por magia, a minha mente fica em branco e não saem de lá letras que se juntem e agrupem e que formem fileiras orientadas por um propósito. Nesses dias, vejo a magia que acontece por não acontecer o que costuma acontecer, por me ser dada a oportunidade de ser humana, por estar grata quando me inspiro para escrever e por sentir gratidão quando tal não acontece, reconhecendo que em ambos os casos me foi concedida a graça de ser humana.
Sentir gratidão por tudo o que nos acontece é uma das maiores graças que podemos conquistar.
E tu, por que sentes, hoje, gratidão?
Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá
Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança
1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?
2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?
3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?
4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?
5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?
6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?
Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
Para começares, começa.
A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.
A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.
Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.
Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.
Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Diáriamente – Textos publicados no passado
Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!
Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.
Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.
Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.
Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.
No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.
Cheguei!
Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…
Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!
Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.
Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?
A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!
21Abril2018
Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.
Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.
Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?
Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.
Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!
Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.
Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.
SIGA!
24Abril2018
A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.
Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.
Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…
A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.
Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?
Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?
Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?
Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.
SIGA!
25Abril2018
