Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
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A vida é um Puzzle… Satisfeita com as peças?
Às vezes a vida “até” está a correr bem. Há família, casa, comida, amigos e mesmo assim parece que falta alguma coisa. Parece faltar alguma peça misteriosa ao puzzle, sentimos uma sensação de incompletude, de desassossego.
Por outro lado, pessoas com puzzles em que há peças deslocadas e mesmo perdidas parecem estar satisfeitas com o que existe, seguindo em frente com simplicidade, aproveitando e encontrando melhores peças para os seus “buracos”.
Toda a gente sabe ( 😉 ) que dentro de nós existe um governo democrático que funciona com tranquilidade quando cada um dos partidos da assembleia vai expressando a sua vontade e vai conversando com os outros para encontrar as melhores soluções.
Quando o ditador perfeccionista usurpa o poder, ou outro ditador qualquer, os outros partidos começam a planear golpes de estado e sentimos também no corpo a luta que se vai passando cá dentro.
O ditador do perfeccionismo é dos mais poderosos e dos que cria maior desconforto pois está sempre à espera que aconteça algo de determinada forma, da forma perfeita.
A vida, que é cheia de variáveis que não controlamos e de surpresas para a encherem de mistério e entusiasmo, quando as coisas não acontecem como foi “escolhido”, como se de um catálogo se tratasse, gera em cada perfeccionista uma grande sensação de “falta alguma coisa”, “isto ainda não é tudo”, “preciso de mais alguma coisa para ficar bem”, “ainda não é suficiente”, “tenho que ser melhor” e deita por terra a possibilidade de ser feliz.
Já tiveste esta sensação? Eu já tive, eu já fui assim, sempre à procura, sempre ansiosa por algo que nunca chegava. Este é um dos temas em que o Coaching com PNL pode fazer toda a diferença. Se é o teu caso e queres ter uma relação diferente com o teu puzzle, contacta-me!
Já sabes aproveitar o passeio ou estás apenas a andar?
Tenho tido imensos desafios ao longo de toda a vida.
Já tive vários daqueles que servem de argumentos a filmes. Tenho mesmo a sensação de que a minha vida dava vários filmes e considero-me uma afortunada, uma sortuda. A sensação de fortuna não vem da experiência dos desafios, nem do seu peso ou dureza. No início achava mesmo tudo insuportável e cheguei a pensar que já não queria mais, que não suportava, que era demais, que eram muitos desafios em simultâneo.
Olhando para o lado vi pessoas que, com tantos ou mais desafios do que eu, pareciam aproveitar o passeio da vida.
Sempre tive a vontade de ser a heroína da minha vida e portava-me como se o fosse, com o peso que isso implica e com a luta constante e desgastante que faz parte desse papel. Curiosamente, só quem estava de fora via os sucessivos feitos. Eu, no papel, que desempenhava com convicção, apenas tinha a sensação de cansaço e esforço.
A sensação de ser uma sortuda vem da alteração que o coaching com PNL me permitiram modificando completamente a forma como me relaciono com os desafios.
Eles não desapareceram, a vida continua, o que se alterou, e muito, foi a possibilidade de apreciar e aproveitar o passeio.
Quem sabe, não estás a ter esta experiência… o coaching com PNL pode ser a solução. Eu posso ser a facilitadora deste teu processo. Atreve-te a aproveitar o passeio da vida 😉
Há fases na vida…
Há fases na vida em que se sucedem os acontecimentos que nos abanam.
Há alturas na vida em que temos a sensação que tudo nos acontece, que não falta nada acontecer. Momentos em que, depois de um acontecimento que nos tira o chão, surgem outros que nos tiram mais um pedaço de chão e temos a sensação simultânea de que ficámos sem chão e que a cada novo acontecimento, mais um pedaço de chão cai.
As emoções fortes têm o poder de preencher tudo o que acontece à nossa volta com a sua cor, com a sua música, com o seu toque, parecem estar em todo o lado.
Se observarmos bem sabemos que o que mudou foi o filtro que colocámos para nos relacionarmos com o mundo e não o próprio mundo, pelo menos não a sua generalidade e, no sítio de onde vem uma emoção muito forte que tudo cobre, existem todas as outras à espera que lhes seja dada uma oportunidade de se mostrarem e também elas cobrirem todas as coisas.
Nestes momentos, em que tudo parece impossível, em que o mundo parece ter acabado, em que lutamos com as emoções que queríamos não sentir ou que queríamos que passassem, podemos trata-las como se de hóspedes se tratasse. Acolhê-las, dar-lhes uma cama, num quarto de hóspedes, conversar com elas, sabendo que depois de as conhecermos, aceitarmos e vivermos, a sua visita terminará e passará a fazer parte de um álbum de fotos ou de uma canção num cd que podemos guardar e, eventualmente, um dia, revisitar para que não esqueçamos que mesmo os hóspedes mais desafiantes, um dia, serão apenas uma lembrança.
Eu é que sou a Mãe!
Eu é que sou a mãe!
Temos tantas crenças sobre o que é isto de ser “a mãe” e nem sempre temos consciência de como elas nos retiram graus de liberdade para sermos as mães que gostaríamos de ser e também como nos retiram do tema e do foco da maternidade que é o amor.
-A mãe está sempre bem disposta.
-A mãe sabe sempre o que é melhor.
-A mãe sabe sempre acolher as dores e agir a partir de “ama-me mais quando menos mereço porque é quando mais preciso.”
-A mãe tem sempre um abraço disponível.
-A mãe…
Em primeiro lugar, sendo humana, a mãe, por inerência, não está sempre bem disposta. Só este argumento serviria para deitar por terra todas as crenças sobre o que é ser mãe sendo um ser humano.
Depois não nos podemos esquecer de que ser mãe se aprende experimentando primeiro ser filha e que depois a aprendizagem se faz on job, sem rede e, principalmente, com o amor que é a base de todas as coisas.
As crenças que tinha sobre a educação incluíam acreditar que poderia educar do mesmo modo cada um dos meus filhos. A educação seria a mesma se eu era a mesma. Agora que passo pela experiência constato que é uma experiência completamente diferente ser mãe de cada um dos meus filhos. Cada um tem necessidades diferentes, respostas diferente às necessidades, preferências diferentes e eu, que sou a mãe, pelo meu lado reajo de forma diferente consoante as necessidades de cada um, entregando também eu mais três variáveis à equação.
Sei hoje que ter intenções bem formuladas sobre quem quero ser como mãe para cada um dos meus filhos e para todos no geral me entrega a possibilidade de me sentir orientada ou de saber que em relação a esta ou aquela área me sinto sem orientação nenhuma. Nesse caso, se as intenções que defini não estão a dar resposta a esta necessidade de orientação, posso avançar e trabalhar nessa direcção construindo mais intenções que me permitem andar na estrada da maternidade, escolher um atalho ou mesmo aventurar-me no desconhecido sabendo qual a intenção que sustenta, de forma consciente, essa escolha.
E sim, isto é a teoria. E sim, isto é também a prática. E sim, há momentos em que teoria e prática experimentam não ser coincidentes porque nisto de estar vivo e de Ser a mãe, às vezes também há incongruências, zonas menos harmoniosas, menos conscientes e que despertam velhos fantasmas que tomam conta do papel principal e transformam a experiência numa grande ópera que, por subir ao palco, acrescenta em riqueza às seguintes actuações.
Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá
Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança
1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?
2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?
3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?
4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?
5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?
6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?
Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
Para começares, começa.
A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.
A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.
Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.
Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.
Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Diáriamente – Textos publicados no passado
Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!
Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.
Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.
Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.
Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.
No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.
Cheguei!
Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…
Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!
Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.
Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?
A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!
21Abril2018
Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.
Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.
Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?
Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.
Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!
Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.
Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.
SIGA!
24Abril2018
A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.
Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.
Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…
A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.
Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?
Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?
Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?
Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.
SIGA!
25Abril2018
