Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
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O que é o Desenvolvimento Pessoal?
O desenvolvimento pessoal é o oposto do “subiu-lhe à cabeça o sucesso ou o dinheiro” e, no entanto, é também ele uma subida, uma elevação.
Digamos que o desenvolvimento pessoal é uma subida do coração e das entranhas à cabeça e que por terem subido começam a conversar: a cabeça, o coração e as entranhas. Começam a procurar consensos, a ajustar comportamentos, a validar necessidades e, por haver mais harmonia, sentimos mais felicidade. Felicidade no sentido de estado, ficamos mais apaziguados, as decisões são mais conscientes porque três pensam melhor do que um só.
Quando o que sobe à cabeça não vem de dentro e sim de fora e ainda por cima deixamos as nossas outras partes fora do diálogo é natural que emoções inesperadas e indesejadas comecem a surgir como porta voz de um coração e de umas entranhas que não se sentem ouvidos.
Uma boa forma para testar se o sucesso ou o dinheiro estão a tomar o controlo pode ser, quando é necessário escolher, tomar a uma decisão, interagir com um amigo, perguntar: “O que diria o amor?”
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Destino novo? Escolhe uma estrada diferente!
Eu queria dar-me bem com ele mas não consigo. Todos os dias chego a casa do trabalho e tenho sempre a mesma atitude e ele faz sempre a mesma coisa. Depois digo-lhe sempre a mesma coisa e já se sabe… acabamos sempre a discutir! Estou farta de discutir. Querem apostar que amanhã chego a casa, não faço nada de diferente e ele… pumbas, lá vai fazer o mesmo e depois discussão!
Esta descrição podia acontecer ao contrário e seria exactamente o mesmo. Ele a queixar-se dela ou ela a queixar-se dele são expressões do mesmo tema: a insatisfação.
Como pode acontecer algo diferente se a única estratégia a ser usada é a de fazer o mesmo até o outro “perceber”, até o outro “aprender”…
Sem fazermos diferente é pouco provável que algo diferente aconteça. Cada um de nós só controla o seu comportamento e, por o modificar pode, eventualmente, produzir mudança no outro.
A questão não é como o outro responde ao que eu faço e sim o que posso fazer de diferente para quebrar este padrão? Claro que tudo isto só faz sentido se tu quiseres, se decidires que queres fazer algo diferente, e estiveres disponível para efectivamente o fazer.
Se queres conhecer novos sítios tens que percorrer novas estradas.
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Que estilo escolhes para conduzir a tua vida?
Se a vida fosse uma estrada e tu fosses o condutor que mudança escolhias agora?
Força! A vida é uma estrada e tu és o condutor, que mudança vais escolher agora?
Não controlas os buracos da estrada, os outros condutores, as regras do trânsito, a chuva ou o vento.
A velocidade, onde colocas a atenção, o estilo de condução, o cuidado com o veículo, a forma como lidas com os outros e tantas outras coisas, essas sim, são escolhas tuas!
Então? Como vai ser hoje?
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Vai um upload?
Já foram notificados no vosso smartphone sobre uma nova versão disponível e que para isso basta aceitar a actualização imediatamente ou esperar pelo agendamento que acontecerá a determinada hora?
E já vos aconteceu também o smartphone começar a fazer umas advertências/avisos/perguntas em que não sabem bem em qual das três categorias se encaixam, nem o que significam exactamente, nem que risco representam, e por uns momentos pensam: porque é que têm de fazer actualizações? Eu só queria que estivesse tudo calmo como antes, funcional e tranquilo…
Connosco é exactamente igual. A vida corre com normalidade e está tudo a andar, a vida a acontecer, até que um dia somos confrontados com uma sensação esquisita em que não sabemos bem o que sentimos, não sabemos o que fazer para nos sentirmos melhor, e olhando para dentro parece não haver nada que nos oriente e ficamos na dúvida sobre o que se está a passar connosco:
-Uma advertência?
-Um aviso?
-Ou uma pergunta: O que queres tu fazer agora? Para onde queres ir?
Nesta azáfama da vida em que resolvemos o que há a resolver, seguimos em frente, afastamo-nos tantas vezes dos nossos sonhos que já nem os conseguimos ver, ouvir ou sentir ou deles ter memória que nos oriente.
Quando sentires tudo isto, agradece, pois o que está a acontecer é um upgrade a ti própri@. É o aviso: instalamos já o upgrade ou esperamos pelo agendamento?
Nem sempre é claro o que queremos fazer, nem sempre é claro que se trata de um upgrade prestes a instalar-se, uma nova versão de ti, melhorada, quase quase a surgir.
Nessas alturas o desconforto pode ser grande, porque temos medo das actualizações, do desconhecido e da novidade do que ainda não compreendemos. Também neste momento um coach te pode guiar na direção do teu interior e facilitar o processo de encontrar os sonhos que por aí andam perdidos.
Procuras um facilitador para esta aventura? Conta comigo! Contacta-me!
Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá
Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança
1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?
2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?
3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?
4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?
5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?
6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?
Sessão Estratégica
A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.
Para começares, começa.
A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.
A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.
Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.
Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.
Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Diáriamente – Textos publicados no passado
Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!
Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.
Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.
Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.
Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.
No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.
Cheguei!
Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…
Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!
Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.
Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?
A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!
21Abril2018
Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.
Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.
Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?
Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.
Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!
Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.
Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.
SIGA!
24Abril2018
A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.
Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.
Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…
A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.
Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?
Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?
Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?
Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.
SIGA!
25Abril2018
