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Recursos 2018-09-24T06:08:55+00:00

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

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Quase Sempre, Diariamente…

2020-09-15T08:25:59+00:00

É Insucesso ou Aprendizagem?

Se está bem feito, é porque eu tenho competência, vocação ou jeito para fazer isto, o mérito é meu. Quando corre mal (ou apenas menos bem) é porque estava de chuva, o vizinho fez barulho e não me deixou concentrar, a explicação sobre o objetivo era insuficiente, não me deram uma oportunidade igual à que os outros tiveram, embirraram comigo e tantas outras justificações que encontramos para o que corre diferente do que queremos.
Obviamente, há muitos aspetos que não controlamos e que podem alterar o resultado do nosso esforço. No entanto, quando olhamos com atenção para os nossos “fracassos” podemos sempre encontrar possibilidade de aprender, de crescer, de trazer a experiência connosco e, quando escolhemos olhar para essa possibilidade encontramos o nosso poder. Sempre que assumimos a nossa vulnerabilidade como parte de nós e que a aceitamos como caminho de crescimento e de desenvolvimento, estamos a escolher ser donos dos nossos resultados mesmo quando pedem por nova diligencia, mesmo quando fatores externos a nós interferiram no resultado.
O desafio é olhar para a vida como uma grande aprendizagem e integrar os resultados, os acontecimentos que não desejamos como parte do currículo.
2020-09-09T08:05:21+00:00

O que vais fazer para alargares a tua zona de possibilidade?

Há duas maneiras de abordar a vida 😉
 
Por um lado, há quem acredite que nasceu com determinadas capacidades e que, por elas serem inatas, é como se tivesse uma caixa de ferramentas fixa para lidar com os desafios da vida. Quando acreditamos que temos um conjunto de recursos fixos, os riscos só são corridos na dimensão das capacidades que acreditamos ter e por isso evitamos o risco.
 
Para quem acredita ter uma caixa de ferramentas interna que só permite lidar com determinado tipo de obstáculos, quando encontra obstáculos fora do âmbito da sua caixa, encara-os como intransponíveis, rende-se. Ora, se não tem capacidade para mais e se a caixa de ferramentas é fixa então qualquer esforço que antecipe um resultado acima das suas capacidades é pouco eficiente e por isso: não há esforço!
 
Para estas pessoas tanto o feedback dos outros como os seus sucessos são ameaças porque eles acreditam não ter capacidade para mais, é como se os que tem caixas de ferramentas maiores ou mais adequadas à vida fossem inimigos bafejados pela sorte no momento do nascimento que não percebem as limitações que uma caixa de ferramentas fixa impõe.
 
Por outro lado, há quem acredite que, tal como acontece na infância, não paramos de aprender e que podemos continuar ao longo da vida a expandir possibilidades e a criar novas soluções. Com este mindset os desafios da vida são abraçados e muitas vezes com entusiasmo e curiosidade sobre “o que” e “como” os irão superar. Sentem que a sua caixa de recursos cresce com a experiência de viver.
 
Quando se acredita que se tem uma caixa de ferramentas tipo Sport Billy (um desenho animado que tinha dentro da sua mala de ferramentas qualquer objeto de que necessitasse) os obstáculos são apenas isso, obstáculos que, tal como numa corrida, podem ser ultrapassados, de muitas formas e por isso, o esforço é um treino para a eficiência. De igual modo, qualquer crítica ou feedback é encarado com gratidão porque abre perspectivas e dá a possibilidade de questionar e encontrar novas soluções.
 
Com este mindset, o sucesso dos outros é inspirador e serve como modelo para os seus próprios desafios.
A forma como encaras a vida é uma escolha que é o mesmo que dizer que a tua caixa de recursos tem os limites que lhe colocares e em que acreditares.
 
Como podes fazer para alargar a tua zona de possibilidade?
 
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2020-09-08T08:16:37+00:00

Queres Viajar Mais?

Na minha experiência, como facilitadora de processos de mudança, aquilo que as pessoas costumam lamentar mais é não terem viajado mais, não terem mantido contacto com os amigos, terem-se acomodado a relações amorosas com que não se identificam. Explorando o que as impediu, ou o que ainda as impede, chegam quase sempre à mesma conclusão: o medo do desconhecido, o medo da reprovação pelos outros e a falta de confiança.
Quando assumimos um compromisso com alguém, na verdade, esse compromisso é principalmente com o outro, connosco ou com ambos?
Às vezes penso que em determinado momento da vida devia ser “obrigatório” termos consciência do que verdadeiramente queremos para nós, que contributo queremos entregar ao mundo e a nós, e essa consciência deveria ser colocada num contrato assinado entre as partes. Só não tenho a certeza, em relação a cada um de nós, de como o compromisso seria mais forte: assumido connosco ou com os outros?
Acredito que somos responsáveis pelos nossos resultados. Claro, que há uma parcela da realidade que não controlamos, no entanto, a forma como lidamos com essa parcela depende das escolhas que fazemos em relação ao nosso próprio desenvolvimento pessoal. Posso não saber como apaziguar as minhas emoções mas, tendo essa consciência, posso começar uma caminhada para que encontre recursos para o fazer e ai, nessa busca, de novo, entra a minha responsabilidade.
Um belo exercício para este início de época pode ser identificares como te queres sentir em cada contexto da tua vida e depois, para cada um deles, encontrares formas que te permitam assumir o leme dessas escolhas, encontrares os primeiros passos nessa direcção. Vamos? 😉
2020-08-22T07:03:54+00:00

Onde colocas o teu foco?

Onde está o teu foco? Repara bem pois é para ai que a tua energia vai 😊

Colocas o foco no que não podes mudar ou no que podes mudar?

Colocas o foco no que queres que aconteça ou no que queres evitar?

Colocas o foco no que depende de ti ou no que depende dos outros?

Colocas o foco no presente ou noutro tempo?

Colocas o foco no copo meio cheio ou no copo meio vazio?

Colocas o foco no que queres fazer ou no trabalho que dá?

Colocas o foco no que os outros vão pensar ou em como fazer?

E, acima de tudo, tendo em conta o que queres para a tua vida, onde queres colocar o foco?

Aqui podes comentar os textos diários, fazer partilhas, pedir informações ou dizer, simplesmente, olá

Perguntas que te podem dar boas pistas sobre por onde começar a tua mudança

1- Gostas dos cenários e dos palcos onde acontecem os vários actos da tua vida ou gostavas de mudar algum deles? todos?

2- O que sentes em relação à forma como representas os vários papéis nos vários palcos e cenários, da tua vida? Fazes o que queres fazer, como queres fazer?

3- Estás satisfeito com o conhecimento que tens, com o que sabes fazer? Sentes que estás a conseguir activar os recursos necessários para lidar com os desafios?

4- Sentes que os teus valores estão presentes na tua vida?

5- És quem queres ser? estás a representar um papel que parece não ser talhado para ti? Não sabes qual o teu papel?

6- Sentes que tens uma missão, uma intenção que engloba toda a tua vida? Estás a vivê-la?

Sessão Estratégica

A Sessão Estratégica é uma sessão preliminar em que coach e coachee se conhecem e definem o âmbito do projecto de coaching. É uma sessão gratuita.

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Textos publicados no Blog da Academia de Parentalidade Consciente

Cuidar dos cuidadores, a primeira regra em estados de emergência!
O primeiro dia da adolescência
“Palmada certa, na hora certa”
Já não há bombeiros, nem astronautas…

Dúvidas, questões, temas que gostasse de ver abordados podem ser sugeridos aqui

Para começares, começa.

William Wordsworth

A escuridão não consegue expulsar a escuridão; apenas a luz pode. O ódio não consegue eliminar o ódio; apenas o amor o consegue.

Martin Luther King, Jr.

A maneira mais eficaz de fazer algo é fazê-lo.

Amelia Earhart

Faz algo maravilhoso, as pessoas podem imitá-lo.

Albert Schweitzer

Se o consegues sonhar, consegues fazê-lo.

Walt Disney

Na nossa vida, tal como na paleta de um artista, existe apenas uma cor que dá sentido à vida e à arte. É a cor do amor.

Marc Chagall

Diáriamente – Textos publicados no passado

Quando usava lentes de contacto, às vezes, deixava-as cair no chão da casa de banho. Cada gota de água me parceria uma lente de contacto caso tivesse os óculos à mão, caso contrário mal via o chão.
 
Sempre que uma lente me caia no chão da casa de banho tinha uma estratégia para a encontrar que era impossível falhar. Estava disposta a varrer com a minha mão todo o chão, que dividia em quadrados imaginários e depois assegurava que dentro de cada quadrado não falhava um milímetro sequer.
 
Encontrei uma estratégia que me permitia garantir que o resultado que eu queria que acontecesse, acontecia, mesmo que fosse apenas na última quadrícula. Na vida é igual, quando queremos muito algo e fazemos tudo, mesmo tudo para atingir determinado resultado, é provável (para não dizer certo) que o atinjamos, excepto se desistirmos antes de passar por todos os quadrados.
 
Há alguns anos fui operada e a miopia desapareceu. A minha realidade mudou, nunca mais usei lentes de contacto, uso no entanto a mesma estratégia quando quero muito que determinado resultado aconteça e garanto que levo o processo até ao fim, a menos que eu ou a realidade mudemos de objectivo ao longo do processo, aí coloco a quadrícula num novo chão… e, está tudo bem!
 
SIGA! 😉
30Abril2018
O nosso corpo e a nossa mente conversam. Mesmo sem darmos por isso eles conversam. Se estivermos muito atentos, conseguimos observar longas conversas.
Quando temos sono, o corpo começa a portar-se de acordo com essa sensação. Os olhos ficam pesados, parecem querer fechar-se, o corpo começa a querer encontrar um sítio onde possa encostar-se e repousar – foi-lhe comunicado que são horas de dormir, por exemplo. Por outro lado, quando o corpo está cansado comunica à mente que encontre um sítio onde se sentar para repousar ou uma cama para dormir e o nosso foco passa a ser esse até descansarmos.
 
Se nós sabemos que estas conversas existem e que são frutuosas, embora delas não tenhamos consciência, podemos, de forma consciente, organizar uma espécie de tertúlias temáticas, entre corpo e mente, em momentos em que queremos mesmo ter determinado resultado, aceder a determinado recurso ou acomodar uma emoção.
Se quero produzir calma posso colocar o corpo numa posição calma, respirar calma e observar como a mente entra na conversa. De igual modo, se eu preciso de energia, de foco, de paciência, posso promover uma tertúlia em que corpo e mente conversam e partilham a intenção, depois é observar como estas conversas são cada vez mais interessantes.
27Abril2018

Durante muito tempo, com 30, 35 ou mesmo 40 anos não me sentia uma mulher madura. Não sentia o que achava que sentiria uma mulher madura, uma mulher construída, acabada, pronta. Achava eu que existiria um estado de graça conferido pela maturidade que em algum momento do tempo surgiria e que me faria sentir e dizer: Cheguei!

Desde muito cedo, desde a adolescência tenho ideias bastante claras sobre alguns temas, algumas das minhas convicções vêm dessa altura tendo passado no crivo da utilidade e ecologia nos anos mais recentes. E mesmo assim, sendo tão pensante, sentia que tinha o “5º andar em construção” (como dizia uma querida professora minha). Sentia que ainda não tinha chegado e queria tanto chegar!
Não percebia que energia ou gás rico era aquele que me movia e me fazia procurar o local onde encontraria a minha maturidade, onde por fim descansaria e a partir dali seria: uma mulher madura.

Sabia que a maturidade havia de ser encontrada cá dentro, só não sabia o que devia fazer acontecer para que essa sensação, esse apaziguamento surgisse.

Por um lado queria permanecer alerta para o mundo, entusiasmada com todas as coisas, apaixonada e comovida por coisas simples e por outro queria ser madura, estável, tranquila, segura. Conciliar ambas as partes parecia-me uma tarefa impossível.

Imaginei nos primeiros anos da adolescência que aos 20 anos seria uma mulher sofisticada e madura. Jovem e sofisticada. Chegaram, os 20, os 30 e os 40 e sofisticação nem vê-la, pelo menos a mulher sofisticada que eu imaginava que seria nunca saiu (por enquanto) de dentro de mim. Imaginava que a estrofe da canção: “Ela não anda, ela desliza” seria uma espécie de epiteto à minha maturidade e que isso seria visível em algum momento no tempo.

No meu trabalho como coach encontro com alguma regularidade outras mulheres que questionam esta mesma sensação, que procuram encontrar a mulher madura que existe dentro de si sem quererem abrir mão da rebeldia, da ousadia, da comoção, do enamoramento que vive nas suas almas. Sentem-se ambivalentes entre o: se sou apaixonada por tudo e por nada não posso ser madura e o: Se sou uma mulher madura tenho que abdicar deste estado de enamoramento. Há mulheres, como eu já fui que querem ser Ricardo Reis ou Alberto Caeiro pensando que, por serem um, têm que abdicar do outro, esquecendo que onde estes existiam, viviam muitos outros seres conhecidos e outros que certamente terão ficado por conhecer.

Cheguei!

Sei hoje que cheguei não há muito tempo. Havia uma espécie de time lag entre a consciência e o que já existia dentro de mim. Cheguei provavelmente pouco tempo depois dos 40 anos. Claro que esta minha percepção actual é apenas isso: a minha percepção actual e, de facto, pouco importa…

Dentro de mim cohabitam uma hippie, uma yoggini, uma atleta, uma apaixonada pela natureza e pelas coisas simples, uma amante do conforto e da sofisticação, uma palestrante uma amante do silêncio, uma eterna aluna e uma facilitadora, e mais umas quantas personagens que ainda não conheço e que me proporcionam sensações ora intensas, ora subtis e que me permitem em cada momento ser quem eu quiser ser de forma livre pelo simples facto de que: Eu cheguei!

Como soube que já tinha chegado? Soube quando a consciência cresceu e meu deu a possibilidade de sentir que conduzo a minha vida.

Questiono-me sobre o que será a maturidade? – o que existe dentro de nós, o tipo de decisões que tomamos, a forma como conduzimos as nossas vidas, aquilo que conhecemos, a tranquilidade, a consciência?

A verdade é que não sei! Sei porém que para mim esta sensação chegou com a noção real de que apenas eu conduzo a minha vida e que disso tenho consciência, que as coisas são o que são, que há coisas que não posso mudar, que eu posso, se quiser, mudar, que a minha vida é a minha vida e por último… que, na realidade, está tudo bem!

21Abril2018

Ter aprendido a conversar comigo foi talvez a maior das aprendizagens.

Aprendemos a comunicar com os outros, até aprendemos qual a melhor forma para transmitir as nossas mensagens consoante a pessoa a quem nos dirigimos ou como comunicar com grupos, raramente falamos sobre como “conversar” com a pessoa com quem mais falamos de todas e com quem passamos 24 horas por dia, todos os dias da nossa vida, nós próprios.

Sabemos que o efeito nos outros ou em nós quando se nos dirigem de forma agressiva, antipática, diminuidora das nossas qualidades, competências ou de quem somos, nos pode deixar tristes, revoltados, com raiva, então, porque havemos nós de nos maltratar quando conversamos connosco se o resultado é conhecido?

Depois de termos consciência de que a forma como falamos connosco determina de forma muito forte a qualidade da nossa vida, podemos escolher ser mais amorosos, simpáticos e gentis connosco.

Se queremos que os outros tenham energia e força para avançar, como o fazemos? Incentivamos e somos afirmativos em relação ao seu potencial, certo? Connosco é igual!

Podes começar por treinar mesmo que, por não estares habituado a fazê-lo, isso te provoque alguma sensação estranha. Quando começamos a ir ao ginásio temos dores nos músculos e sabemos que isso trará bons resultados, aqui é igual.

Conversem convosco de forma incentivadora, positiva, confiante. Treinem durante algum tempo e depois partilhem os resultados com outras pessoas para que sejamos mais a avançar.

SIGA!

24Abril2018

A quantidade de “ses” e de “mas” que existem na tua vida determinam a forma e as cores da tua liberdade.

Os “ses” remetem-nos para algo que seria a condição que se se verificasse nos permitiria fazer diferente, ser diferente e, em última análise andar em frente. Se eu fosse…, se eu tivesse…, se eu soubesse… e por ai fora.

Os “mas” são as barreiras em que acreditamos e que, por acreditarmos nelas, nos impedem de avançar. Eu gostava de… mas…; eu quero… mas…; eu tenho vontade de… mas…

A conjugação de ambos, “ses” e “mas” é ultra poderosa. É como uma bola de ferro agrilhoada ao tornozelo, que garante que nos mantemos na nossa zona habitual, sem avançar.

Como sabes que os teus “ses” e “mas” são reais, são verdade?

Podemos sempre encontrar no mundo alguém que, com “ses” e “mas” como os teus, avançou como se não existissem ou como se não fossem uma prisão. Então como fazer?

Podes pensar “e se eu acreditasse que este “se” e/ou este “mas” não existissem ou não fossem verdade o que faria? Como faria?

Podemos, nas respostas às questões acima, encontrar pistas para entrar num novo patamar de liberdade.

SIGA!

25Abril2018

Todos os dias nos é dada a possibilidade de escolher como nos vamos relacionar connosco, com os outros, com o planeta.
 
O desenvolvimento pessoal começa em nós e por isso a autoestima é tão importante. Um sentimento amoroso por nós próprios, pela forma como vivemos e pelas escolhas que fazemos, entrega-nos o apaziguamento necessário para entregarmos compaixão, aceitação, reconhecimento e amor aos outros e, por o fazermos, reforçamos de novo a nossa relação connosco, que de novo nos permite aprofundar a relação com os outros.
 
A autoestima é a grande pedra de toque do sucesso nas relações. Como pode alguém receber aceitação e amor se não o faz por si próprio? Como pode alguém transmitir aos outros que é merecedor de amor se o próprio não acredita nesse merecimento ou no seu próprio valor? Como pode alguém querer não ser invadido se não comunica os seus limites por deles não estar seguro?
 
Então como podemos começar a reconstruir a nossa autoestima? Responder às seguintes questões pode ser um bom início 😉
 
-Onde colocas o teu foco, naquilo de que não gostas em ti ou na pessoa que queres ser?
 
-Como falas contigo? És carinhoso e compassivo ou cruel e violento?
 
-O que fazes com os teus limites? Comunica-los aos outros ou esconde-los?
 
-Cuidas do teu corpo? Cuidas da tua alimentação? Bebes água em quantidade suficiente? Fazes exercício físico?
 
-Colocas-te desafios para que te treines a superá-los e tenhas coragem para te desafiares a ir em busca de sonhos?
 
-Como é o teu sono, dormes o suficiente?
 
Nas respostas a estas questões podes encontrar boas pistas sobre o que fazer para dar mais saúde à tua autoestima que claro, aumentará na dimensão da acção que decidires imprimir à tua vida.
 
SIGA!
22Abril2018