Project Description
Há quanto tempo não descansas? Descansar mesmo, sentires-te relaxada como se não tivesses problemas?
Durante muito tempo tinha um pensamento recorrente que muitas vezes verbalizava: “Estou tão cansada!” e de cada vez que o tinha, e ainda mais quando o verbalizava, sentia um enorme cansaço, todo o corpo parecia querer ceder a um peso imenso. Às vezes não estava a acontecer nada de especial, nada de diferente. Não tinha feito nenhum esforço físico e emocionalmente não havia nada de novo com que lidar. Era como um tique, ao mínimo desconforto, lá vinha o pensamento.
Foi num desses momentos de sensação de cansaço extremo que tomei consciência de que o que estava a sentir era apenas uma sensação que vinha de algum lugar nas profundezas de mim e que tinha o poder de me fazer sentir ainda mais cansada.
Na realidade, estava cansada do tipo de vida que tinha, de muitas pessoas que me rodeavam que nada tinham a ver comigo e, viver dia após dia uma realidade que não seria uma escolha consciente minha era um grande cansaço.
O primeiro passo, depois da tomada de consciência de que esta frase me aparecia na cabeça, foi explorar o que estava na realidade a acontecer. Que esferas da minha vida mereciam estudo, inspecção?
A primeira grande aventura consistiu em mudar o interior, em mudar a forma como reagia ao exterior, a forma como me via a mim, como via os outros e como me relacionava com as circunstâncias.
A segunda grande aventura que integrou a primeira foi, de forma definitiva, assumir o comando consciente da minha vida. Gerir o gerível, fazer escolhas onde era possível e queria fazê-las e aceitar tudo o resto, o que não dependia de mim.
A terceira grande aventura foi aprender a não criar expectativas, aprender a integrar com curiosidade e entusiasmo a vida como ela acontece.
A quarta grande aventura foi integrar tudo e aprender a deixar fluir. Tal qual como quando aprendemos a conduzir e estamos sempre a pensar nas mudanças que vamos meter, consoante o tipo de inclinação e a velocidade a que nos queremos deslocar, e por força de praticar a condução chega um dia em que o fazemos sem consciência das mudanças e da técnica, activando o conhecimento necessário para conduzir.
Nada disto teria sido possível sem coaching, sem pnl, sem mindfulness e principalmente sem eu ter dado o primeiro passo. Vamos? Contacta-me!